Ouça o Padre Fanhais, nos excertos das músicas: Leonor (António Cabral-Francisco Fanhais)1970 / Canto Do Ceifeiro (Eduardo V. Fonseca-F. Fernandes)1970 / Cantilena (poema de Sebastião da Gama) 1969 / Juventude 1969 (poema de João Apolinário) .
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
ARTISTAS PORTUGUESES - FRANCISCO FANHAIS (PADRE FANHAIS)
ARTISTAS PORTUGUESES - PEDRO BARROSO
Ouça Pedro Barroso, nos excertos das músicas : Fado da charneca (versos Pedro Barroso; música popular recolhida em Riachos (Fado da Charneca e Fado do Ti Zé Luís) / A dança da feira (Pedro Barroso) / Romance de Almeirim (versos popular (arranjo Pedro Barroso); música popular (recolha do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Almeirim) / Cantarei (Pedro Barroso)(1982).
domingo, 7 de dezembro de 2008
EDNARDO
Consagrado em todo o Brasil, suas músicas tocam em vários países: Portugal, Espanha, França, Japão, Israel, Alemanha, Itália, Holanda, Argentina, Uruguai, Cuba, México, comunidades Latino-Americanas de Miami, Orlando, New Jersey, New York, constatando que suas músicas tocam espontaneamente em vários paises e continentesA partir de 70, quando venceu Festival Nordestino da Música Brasileira, promovido pelos Diários e Rádios Associados - TV Tupi, Ednardo completa 35 anos de carreira artística, são mais de 300 músicas e letras, distribuídas em 15 Discos Originais, 15 discos de compilações, 4 Trilhas Musicais de Cinema, 2 Trilhas Musicais para Teatro, 2 Vídeos com Especiais de TV, e reconhecimento do público e da crítica especializada, como um dos mais importantes artistas da Música Popular Brasileira. Sua obra abrangente toca e repercute em várias gerações com vigor criativo e comunicativo, próprio de quem realiza arte íntegra, vital e necessária às pessoas de qualquer nacionalidade e parâmetros musicaisOs sucessos e standarts discográficos cantados por Ednardo, tais como: *Terral *Pavão Mysteriozo *Artigo 26 *Flora *A Manga Rosa *Beiramar *Carneiro *Enquanto Engoma a Calça *Imã *Rubi *Longarinas *Pastora do Tempo *Lagoa de Aluá *Ingazeiras, e outros de seu extenso e importante repertório, têm poder de conquistar o público em diversos segmentos sociais, faixas etárias, permanecendo através dos tempos, com a mesma importância artística.A abrangência multi mídia que a arte de Ednardo alcança, faz com que a aceitação de Shows e Discos, sejam realizados junto ao público nos mais diferentes segmentos do mercado.
Ednardo é autor de várias trilhas musicais de cinema e tv. Repercute até hoje no Brasil e exterior a música Pavão Mysteriozo, trilha de abertura da novela Saramandaia TV Globo, (Dias Gomes com Direção de Walter Avancini), e dos filmes: Luzia Homem, (Fábio Barreto); Tigipió; O Calor da Pele, (Pedro Jorge de Castro); Cauim (Ednardo), onde produz, roteiriza e dirige o filme homônimo ao disco Cauim; Na novela Tocaia Grande - sobre obra de Jorge Amado - TV Manchete, (Walter Avancini), realiza a música de cordel de encerramento do folhetim e participa como ator no personagem Cantador, no capítulo final.
Em "Luzia Homem", além de realizar trilha musical, Ednardo também é ator no personagem Poeta de Cordel, o filme teve bilheteria recorde no Brasil, sucesso na Europa, Festival de Huelva - Espanha, Festival de Cannes-Paris, e Estados Unidos, em rede coast to coast de TV.Em "Tigipió" - A trilha musical, é premiada nos festivais de Karlov Vary / Checoslováquia, e em Verona / Itália, o filme foi ao ar em rede de TV na Iugoslávia. Em "O Calor da Pele" - a trilha obteve aplauso e público no Festival Internacional de Cinema da Argentina e nos Festivais - Cine Ceará, em Fortaleza e no Festival de Cinema de Brasília.Em "Cauim", com Direção, Roteiro e Música de Ednardo, evidencia a proximidade do Artista com o Cinema, foi projetado em todas as apresentações de Shows 78 / 79, junto ao disco de mesmo título.Aura Edições Musicais produziu Especiais de TV com Ednardo, transmitidos em rede nacional: Ednardo - Ceará Quatro Estações; Ednardo - Especial. Programas plenos de músicas, em VHS que serão em breve, lançados em DVDs.Em Fevereiro de 2006, a EMI Music lança três CDs de Ednardo, trilogia gravada entre 82 a 85 - "Terra da Luz"; "Ednardo"; "Libertree". São trinta músicas com sabor de inéditas, visto que até então, o grande público não tinha acesso as gravações originais dos LPs gravados neste período. Neste ano a EMI disponibiliza ao público, durante as comemorações de 35 anos de carreira do Artista.Aura Edições Musicais, gravou outros CDs, que estão em fase de pós-produção, serão lançados no segundo semestre de 2006, um com trilhas de cinema, e outro com gravações ao vivo e em estúdio.Mais de 50 intérpretes têm gravado músicas de Ednardo, entre os quais: Elba Ramalho, Fagner, Belchior, Ney Matogrosso, Vânia Abreu, Luiz Caldas, Paul Mauriat, Amelinha, Ceumar, Cláudio Lins, Inti-Aymará & Nacha, Nonato Luiz, Renato Aragão, Eliana Pittman, André Saísse, Olga Ribeiro, Rogério Soares, Régis Soares, Mona Gadelha, Marcus Brito, Josildo Sá, Lúcia Menezes, Moisés Santana. Bandas: Paralela, Terramérica, Baião de Corda, Grupo Mawaca, entre outros de merecidas importâncias. (fonte: http://www.ednardo.com.br/ ).
Considero Ednardo, do início de sua carreira até o disco lançado em 1979, um marco de distinção na música popular brasileira. (Blog.)
Ouça algumas preciosidades de Ednardo, nos excertos dos áudios abaixo:Aguagrande (1974) (Augusto Pontes - Ednardo) / Rendados (Tânia Araújo - Ednardo) (1978) / Pastora do tempo (Ednardo)(1977) / Longarinas (Ednardo)(1976) / Sonidos (Ednardo) (1976) / Torpor (Ednardo)(1979) / Avião de Papel (Ednardo)(1974).
CANTORAS DA ESPANHA - ESTRELLA MORENTE
Ouça dois excertos de áudios com Estrella Morente: Tangos del chavico (1995) e Volver (com Alberto Iglesias) .
ARTISTAS CUBANOS - MARIA TERESA VERA (1895 - 1965)
MARIA TERESA VERA - A grande dama da música cubana, Maria Teresa Vera, não somente era a maior cantora da trova cubana de todos os tempos, como também foi uma das maiores cantoras latinas . Vera tornou-se cantora profissional e compositora durante o início do século 20, quando ser cantora ou artista, era uma carreira difícil para as mulheres.Sua habilidade em cantar trovas - canção popular rural - ajudou a lançar as bases para a explosão da música popular cubana nos anos 30 e 40 . Sua fama como trovadora durou bastante tempo, mesmo após o estilo ter sido mesclado por outras tendências. Maria Teresa Vera nasceu em Guanajay, na província de Pinar del Rio, proximo de Havana, em 6 de fevereiro de 1895. Começou a aprendizagem da guitarra com José Diaz, e em 1911, na idade de 15 anos,apresentou-se publicamente em Havana em uma homenagem ao ator cubano Arquimedes Pous. Vera, posteriormente, formou o primeiro de vários duos, um formato que iria favorecer toda a sua carreira, com Rafael Zequeira. O Duo viajou para Nova York várias vezes para gravações. Após a morte de Rafael Zequeira em 1924, Vera formou um novo duo com Miguelito Garcia em 1926. Vera também formou seu próprio grupo, o Sexteto Occidente, com o qual ela voltou a Nova York para gravar. Em 1937, Vera formou mais uma parceria com Lorenzo Hierrezuelo, o que revelou num bem sucedido casamento musical, mantendo-se durante 25 anos. Em 1954 viaja para o México com a finalidade de promover a trova cubana. Em 1962 cometida de séria doença afastou-se da música, deixando um status de uma das maiores cantoras cubanas e latinas. Maria Teresa Vera, durante mais de 50 anos desenvolveu um frutífero trabalho no mundo artístico, destacando-se de forma singular, com suas composições e interpretações, sendo considerada como a mais alta expressão feminina da trova tradicional cubana. As últimas apresentações de Maria Teresa Vera ocorreram em 1961. Neste ano gravou uma coleção de canções de sua autoria , sendo reeditadas em 1999, pela gravadora Egrem. Maria Teresa Vera, faleceu em 17 de dezembro de 1965. Venerada pena Nova Trova Cubana trinta anos depois, é hoje ainda, merecidadente, reverenciada .(fontes diversas de pesquisa / entre as quais : http://alocubano.com/) Ouça a grande artista cubana Maria Teresa Vera, nos excertos dos áudios: Veinte Años (Guillermi Aramburu) / Aurora (Manuel Corona) / Cara A Cara (Maria Teresa Vera) / Longina (Maria Teresa Vera, Manuel Corona) / Santa Cecilia (Maria Teresa Vera, Manuel Corona).
PAULO CÉSAR PINHEIRO
PAULO CÉSAR PINHEIRO - Letrista. Poeta. Começou a escrever versos na época em que morou em Angra dos Reis (RJ). Nessa cidade, conheceu João de Aquino, com quem compôs suas primeiras canções. É casado com a instrumentista Luciana Rabello. Em 1964, compôs "Viagem" (c/ João de Aquino). No ano seguinte, iniciou uma parceria com Baden Powell. Ainda na década de 60, participou dos seguintes festivais: 1968: I Bienal do Samba (TV Record), com "Lapinha" (c/ Baden Powell), classificada 1º lugar. Nesse mesmo ano, a música foi gravada por Elis Regina; 1968: III Festival da Música Popular Brasileira (TV Record), com "A grande ausente" (c/ Francis Hime), defendida por Taiguara e classificada em 6º lugar; 1968: III Festival Internacional da Canção (Rede Globo), com as canções "Sagarana" (c/ João de Aquino), interpretada por Maria Odete, e"Anunciação" (c/ Francis Hime), interpretada pelo MPB-4; 1969: IV Festival Internacional da Canção (Rede Globo), com "Sermão" (c/ Baden Powell). Em 1970, apresentou-se ao lado de Baden Powell em temporada de 15 dias em Paris (França). Ainda nesse ano, destacou-se como letrista, em suas parcerias com Baden Powell "Samba do perdão", "Quaquaraquaquá" e "Aviso aos navegantes", gravadas por Elis Regina, e "Refém da solidão" (c/ Baden Powell), gravada por Elizeth Cardoso. Também nesse ano, participou das trilhas sonoras de "O semideus", novela da TV Globo (com 12 músicas), e "A vingança", filme de Marcos Farias. Assinou, também, roteiros de shows de Baden Powell. Voltou a participar de festivais, ainda na década de 1970: 1971: IV Festival Universitário da Música Popular (TV Tupi), com "E lá se vão meus anéis" (c/ Eduardo Gudin), defendida pelo conjunto Os Originais do Samba, classificada em 1º lugar; 1972: VII Festival Internacional da Canção (Rede Globo), com "Diálogo" (c/ Baden Powell), que venceu um festival realizado na Espanha. Em 1973, participou das trilhas sonoras de "Tati, a garota", filme de Bruno Barreto, e "A teoria na prática é outra", peça teatral de Antônio Pedro, montada no Teatro Princesa Isabel (RJ). Em 1974, sua canção "Agora é Portela 74" (c/ Maurício Tapajós) foi gravada pelo conjunto MPB-4. Também nesse ano, assinou a versão do musical "Pippin", encenado no Teatro Manchete (RJ). Ainda em 1974, gravou seu primeiro LP como intérprete de suas canções, "Paulo César Pinheiro", com destaque para "Maior é Deus" (c/ Eduardo Gudin), "Bandoneon" (c/ Guinga), "Besouro mangangá" (c/ Baden Powell), "Viagem" (c/ João de Aquino), "Cicatrizes" (c/ Miltinho) e "Pesadelo" (c/ Maurício Tapajós). Em 1975, casou-se com a cantora Clara Nunes. Nesse mesmo ano, lançou, com Marcia e Eduardo Gudin, o LP "O importante é que a nossa emoção sobreviva", contendo suas canções "Veneno" e "Consideração", ambas com Eduardo Gudin, e "Marcha-rancho" (c/ Maurício Tapajós e Eduardo Gudin), entre outras. Em 1976, lançou, com Marcia e Eduardo Gudin, o LP "O importante é que a nossa emoção sobreviva nº 2", com suas canções "Velho passarinho" (c/ Eduardo Gudin) e "Dança da força", entre outras. Ainda nesse ano, publicou o livro de poemas "Canto brasileiro". Em 1978, escreveu músicas para a trilha sonora de "A batalha dos Guararapes", filme de Paulo Thiago. Na área infantil, compôs "Pedrinho e Jabuticaba" (c/ Dori Caymmi), para a trilha sonora do programa "O sítio do pica-pau amarelo" (Rede Globo), e cinco músicas em parceria com Edu Lobo, para a trilha sonora do programa "Rá-tim-bum" (TV Cultura). Em 1980, gravou mais um LP autoral, "Paulo César Pinheiro", contendo "Minhas esquinas" (c/ João Nogueira), "Jogo de Angola" (c/ Mauro Duarte) e "Matita Perê" (c/ Tom Jobim), entre outras. Dois anos depois, publicou mais um livro de poemas, "Viola morena". Em 1983, lançou o LP "Poemas escolhidos", registrando 33 poemas de sua autoria, entre os quais "Infância", "Revelação" e "Fruta nativa". Nesse ano, ficou viúvo de Clara Nunes. A canção "Voz unida", de sua parceria com Maurício Tapajós, escrita em homenagem a Dalva de Oliveira e a Clara Nunes, foi a única canção inédita, entre clássicos da MPB, incluída no repertório do LP duplo "Há sempre um nome de mulher", projeto realizado, em 1989, por Ricardo Cravo Albin para obter recursos para a "Campanha do Aleitamento Materno". O disco, vendido apenas nas agências do Banco do Brasil, atingiu a marca de 600.000 cópias. Em 1994, apresentou-se, com João Nogueira, em show gravado ao vivo e lançado no CD "Parcerias". No repertório, 17 canções da dupla, como "Espelho", "Eu, hein, Rosa", "Poder da criação" e "Rio, samba, amor e tradição", entre outras. Em 1996, apresentou-se, com Marcia e Eduardo Gudin, no Sesc-Pompéia (SP). O espetáculo, "Tudo o que mais nos uniu", realizado em comemoração aos 20 anos do primeiro show dos três artistas, foi gravado ao vivo e lançado em CD homônimo, contendo suas canções "Santo dia", "O cristal e o marfim", Velho casarão", "Recado ao poeta" e "E lá se vão meus anéis", todas em parceria com Eduardo Gudin, entre outras. Em 2000, lançou mais um livro, "Atabaques, violas e bambus". Ainda nesse ano, escreveu, em parceria com Geraldo Carneiro, as letras para a "Sinfonia do Rio de Janeiro", composição de Francis Hime. O espetáculo, com idealização e argumento de Ricardo Cravo Albin, apresentado no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, foi gravado ao vivo e lançado em CD e DVD pelo selo Biscoito Fino, com muito boa repercussão nacional e internacional. Considerado um dos maiores poetas da canção popular do Brasil, reuniu, ao longo de sua carreira, uma volumosa obra gravada por inúmeros cantores. Em 2003, lançou o livro "Clave de sal - Poemas do mar". Nesse mesmo ano, recebeu, pelo conjunto da obra, o Prêmio Shell (23º da série), em espetáculo realizado no Teatro João Caetano (RJ), que reuniu Nana Caymmi, MPB-4, Sérgio Santos, Amélia Rabello e Renato Braz. Ainda em 2003, gravou o CD "O lamento do samba", contendo 14 sambas inéditos, dos quais é autor da música e da letra, como "Estrela partida", "Nomes de favela", "Sublime paixão" e "Samba da tristeza", além da faixa-título, entre outros. O disco marcou o lançamento do selo Quelé, iniciativa conjunta das gravadoras Biscoito Fino e Acari Records. Em 2006, estreou, no Centro Cultural Banco do Brasil, a primeira peça teatral de sua autoria, “Besouro Cordão de Ouro”, contando a história de “Waldemar de Tal”, o “Besouro-Mangangá”, uma lenda da capoeira. Para a trilha sonora do musical, compôs (músicas e letras) 14 canções. O espetáculo teve direção geral de João das Neves e direção musical de Luciana Rabello.(fonte:http://www.dicionariompb.com.br/)Ouça Paulo César Pinheiro,nos excertos dos áudios: Estrela-Guia (Sivuca / Paulo César Pinheiro) 1980 / Cicatrizes (Miltinho / Paulo César Pinheiro) 1980 / Meia-Água (Paulo César Pinheiro) 2003 / Cautela (Paulo César Pinheiro) /Tatuagem (Nelson Cavaquinho / Guilherme de Brito / Paulo Gesta)com (com Márcia & Eduardo Gudin)
sábado, 6 de dezembro de 2008
JOSÉ MIGUEL WISNIK
JOSÉ MIGUEL WISNIK - nasceu em São Vicente, a 27 de outubro de 1948. Músico, compositor e ensaísta brasileiro. É também professor de Literatura Brasileira na Universidade de São Paulo. Graduado em Letras (Português) pela Universidade de São Paulo (1970), mestre (1974) e doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada (1980), pela mesma Universidade. Wisnik estudou piano clássico durante muitos anos, mas optou pela faculdade de Letras. Apresentou-se pela primeira vez como solista da Orquestra Municipal de São Paulo aos 17 anos, interpretando o Concerto nº 2, de Camille Saint-Saëns. Em 1968 participou do Festival Universitário da extinta TV Tupi, com a canção Outra Viagem, cantada por Alaíde Costa e gravada posteriormente por Ná Ozzetti.Wisnik tem três discos gravados. Em 2000 gravou o disco independente José Miguel Wisnik. Em 2002 lançou o CD São Paulo Rio, que teve participação da cantora Elza Soares, com quem Wisnik realizou alguns shows em 2002, além de participar da direção artística de seu disco Do Cóccix até o Pescoço. Em 2003 lançou o CD Pérolas aos Poucos.Wisnik escreve regularmente ensaios sobre música e literatura. Publicou O Coro dos Contrários - a Música em Torno da Semana de 22 (Duas Cidades, 1977), O Nacional e o Popular na Cultura Brasileira (Brasiliense, 1982) e O Som e o Sentido (Companhia das Letras, 1989), Sem Receita - Ensaios e Canções (Publifolha, 2004) e Veneno Remédio: O Futebol e o Brasil (Companhia das Letras, 2008), além de participar dos livros coletivos Os Sentidos da Paixão, O Olhar e Ética (Companhia das Letras, 1987, 1988 e 1992) e do Livro de Partituras (Gryphus, 2004). Além de seus discos, livros, ensaios e aulas, Wisnik faz também música para cinema (Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas), teatro (As Boas, Hamlet e Mistérios Gozozos para o Teatro Oficina, e Pentesiléias, de Daniela Thomas, dirigida por Bete Coelho) e dança. Fez três trilhas sonoras para o grupo Corpo, uma delas, Parabelo, em parceria com Tom Zé, outra com Caetano Veloso (Fonte : pt.wikipedia.org/)José Miguel Wisnik - Professor de literatura brasileira na USP, José Miguel Wisnik é o autor de 'O Coro dos Contrários - A Música em Torno da Semana de 22' (1977) e 'O Som e o Sentido - Uma Outra História das Músicas' (1989), entre outros trabalhos. Compositor, cantor e letrista, gravou três discos solo - 'José Miguel Wisnik' (1992), 'São Paulo Rio' (2000) e 'Pérolas aos Poucos' (2003). Autor de trilhas para balés do Grupo Corpo, peças do Teatro Oficina e filmes como Terra Estrangeira e Janela da Alma, tem ensaios publicados em antologias como 'Os Sentidos da Paixão' (1987), 'O Olhar' (1988) e 'A Ética' (1992), e é palestrante convidado em inúmeras universidades e instituições do país e do exterior. (Fonte:http://publifolha.folha.com.br/).
Conheça um pouco da música do artista José Miguel Wisnik, nos excertos dos áudios: Valsa Azul ((Zé Miguel Wisnik-Nelson Ferreira) ) (2003) / O Extremo Sul (Zé Miguel Wisnik) (2003) / Pérolas Aos Poucos (Zé Miguel Wisnik-Paulo Neves)(2003) / Se Meu Mundo Cair (Zé Miguel Wisnik) (1992) / Virtual (com Jussara Silveira) (Zé Miguel Wisnik - Alice Ruiz)(2000).
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